15/02/2014

SAIBA COMO DESTRUIR SE RELACIONAMENTO A DOIS

Erros comuns e atitudes impensadas são mais frequentes do que imaginamos

Que ninguém é perfeito todo mundo sabe, mas algumas pessoas, de tão intransigentes que são em seus relacionamentos, acabam estragando tudo com atitudes que poderiam ser evitadas.
Não dá para ser 100% em nenhum relacionamento, mas dá, sim, para oferecer o melhor de si, a fim de fazer o parceiro feliz. E ser feliz também, claro.
Agora, se você insiste em ser intolerante e vive criticando o parceiro, saiba que é um forte candidato a ver o seu relacionamento naufragar.
Outro grande destruidor de casais é a opinião alheia: sabe quando o seu marido fala e você, sequer, dá importância ao que ele pensa, ignorando-o? Ou seja, prefere dar ouvidos a terceiros a ouvir o palpite dele? Então: aí está um erro grave cometido em grande escala que acaba minando, aos poucos, o seu relacionamento.
A falta de reconhecimento de um para com o outro é mais um grande problema encontrado entre os casais. Ou seja, a pessoa faz, faz e não recebe sequer um elogio ou um carinho pelas coisas boas que fez. Isso é inadmissível e causa, sem dúvida alguma, um grande desgaste na relação.
Gritar, ao invés de conversar – ou mesmo não conversar –, reclamar o tempo todo, não aceitar carinho (e não dar), bem como criticar o parceiro na frente dos outros são detalhes tão graves que, quando unidos, acabam sufocando qualquer relacionamento. A destruição é dada como certa.
Outro meio fácil de deixar a relação escapar como água entre os dedos é deixar de fazer coisas legais ao lado do marido ou da esposa com a desculpa da falta de tempo, grande vilã nos dias de hoje. Isso tem desgastado o carinho que um tem pelo outro e levado a vida a dois à ruína.
Traição
Já a infidelidade segue no topo da decadência amorosa. Não há nada mais terrível e triste do que ser traído por alguém em quem você depositou sua confiança e com quem construiu sonhos e projetos. Uma coisa é certa: poucos relacionamentos sobrevivem a uma traição. É tão grave que a própria Bíblia faz menção ao adultério como algo abominável aos olhos de Deus.
Como você pôde perceber, detalhes como esses são facilmente identificados no dia a dia de muitos casais. Se eles já fazem parte da sua vida, então, muita atenção: se não forem extirpados o mais breve possível, certamente, o seu relacionamento está fadado ao fracasso.
Assuntos como esses e orientações de como alcançar uma vida sentimental feliz e realizada você aprende no programa “The Love School – Escola do Amor”, 

09/02/2014

SSERÁ QUE EXISTE UM PARCEIRO IDEAL?

 Eles 

Renato e Cristiane Cardoso respondem a essa e outras dúvidas

se dedicam exaustivamente para que as pessoas alcancem a realização sentimental; não apenas vivam um grande amor, mas aprendam a colocar a fé inteligente em ação, sem se deixar levar pelas emoções, principais causadoras de tantos fracassos amorosos no mundo.
Renato Cardoso e a esposa,Cristiane Cardoso, são idealizadores do curso “Casamento Blindado” – que virou livro e é um dos mais vendidos em todo o País –, apresentadores do programa “The Love School - A Escola do Amor” – que vai ao ar todos os sábados, ao meio-dia, pelaRede Record de televisão – e também são conhecidos como “conselheiros matrimoniais”.
Casados há 22 anos, eles são companheiros, parceiros, e estão sempre juntos na mesma caminhada. Em entrevista exclusiva ao Universal.org, Renato e Cristiane destacam pontos essenciais para se chegar a um relacionamento feliz, buscado por tanta gente. Confira abaixo:
Universal.org: Por que os casamentos de hoje (especialmente) duram tão pouco tempo? O que está acontecendo com a vida amorosa das pessoas?
Renato: Por várias razões, porém, a gente percebe que não têm dado certo especialmente porque eles começam errado. Ou seja, muitos casam para sair da casa dos pais, para ter uma vida estabilizada, ser feliz, ou porque se apaixonou, engravidou, para ter sexo, enfim, as pessoas usam as mais variadas razões “erradas” para se casar. Então, quando chega o convívio, o dia a dia de um casamento, elas percebem que aquelas razões pelas quais se casaram não conseguem sustentar a relação.
Universal.org: Na opinião de vocês, existe um parceiro ideal? Como ser e ter esse parceiro ideal?
CristianeNão, não existe um parceiro ideal. Todos nós somos falhos, temos defeitos, até porque parceiro ideal é Deus. Se a pessoa ficar procurando alguém perfeito, pode sentar, porque não vai achar. O certo é saber se ajustar às pessoas. É como o Renato falou: se a pessoa começa um relacionamento pensando em si própria, ou seja, nas suas necessidades, vai chegar uma hora em que ela não vai aguentar o parceiro, e é por isso que os relacionamentos fracassam. Agora, quando ela entra em um relacionamento desejando fazer a outra pessoa feliz, ela vai relevar muita coisa; ela não vai ter problemas, por exemplo, de mudar para se adequar ao companheiro (a), o que hoje em dia é um problema, porque as pessoas não querem mudar. Muitos não gostam quando a gente fala: “Olha, você precisa mudar!’ E eles nos dizem: “Como assim? Não sou eu que tenho de mudar, é ele!” Quer dizer, esse é um ponto de vista egoísta. Mas quando eu amo e quero fazer o meu marido, a minha esposa, feliz, eu vou mudar. Então, parceiro ideal é esse: é você desejar fazer a outra pessoa feliz, é não ser egoísta. 
RenatoEssa questão de parceiro ideal é fantasia, porque se você tivesse o poder de desenhá-lo, dentro de 6 meses enjoaria dele. Você acharia defeitos naquele que você desenhou, porque você é falho. Então, não existe parceiro ideal, não existe parceiro perfeito, existem pessoas reais com qualidades e defeitos, e você tem de aprender a se adaptar a elas.
Universal.org: Vocês sempre falam, nas palestras e cursos que promovem, uma frase bastante interessante, que “casamento é administrar problemas”. O que ocorre, porém, é que as pessoas não estão muito dispostas a isso, não é mesmo?
Renato: Não estão dispostas ou talvez não saibam como fazer isso. É a ideia que falamos anteriormente: as pessoas têm entrado no relacionamento pelas razões erradas e pelos sentimentos, só que sentimento não resolve problema, o que resolve é a inteligência. É aí que está o problema: as pessoas têm usado apenas o coração, e não a cabeça. O ser humano é altamente adaptável. A habilidade que ele tem de adaptação é muito grande, maior do que qualquer outro ser vivo. Você coloca o homem no deserto, ele consegue viver; coloca no Polo Norte, o mesmo acontece. Ou seja, ele se adapta. Mas ele não tem transferido essa habilidade para o relacionamento, ou seja, ele quer que a outra pessoa se adapte a ele, mas não quer se adaptar a ela, quer impor. Ele está disposto a se adaptar ao ambiente, ao país, à cultura, ao clima, a tudo, mas dentro do relacionamento ele não quer se adaptar. Sendo assim, não tem como sobreviver no relacionamento.
Universal.org: Quando vocês perceberam essa necessidade de ajudar as pessoas a alcançar uma vida a dois saudável e feliz?
Renato: Quando vimos as pessoas cometendo os mesmos erros que nós cometemos no nosso casamento. Levamos 12 anos para acordar às coisas que hoje ensinamos, no entanto, aprendemos na dor; tivemos de gemer para chegar onde estamos. Veja que hoje em dia as pessoas participam, por exemplo, de um curso “Casamento Blindado”, passam lá 10, 12 horas e aprendem muito mais do que nós, em 12 anos de convívio. Então, por que decidimos ajudar? Porque pensamos: as pessoas estão errando por falta de conhecimento. Foi aí que nasceu a ideia de começar esse trabalhoMesmo não tendo todas as respostas, o que sabemos e aprendemos, compartilhamos.
Universal.org: Vocês tomam conhecimento dos resultados dessa dedicação toda? Como se sentem?
RenatoSim, mas nos sentimos insatisfeitos, porque ainda é pouco diante das necessidades. Contudo, é bom saber que o nosso trabalho tem surtido efeito, é justamente o que nos motiva a continuar. Mas, ainda assim, é muito pouco. O nosso sonho é causar um impacto na sociedade, uma mudança; mudar, principalmente, a cabeça dos jovens, para que daqui a alguns anos a destruição não aconteça tão rapidamente, como tem ocorrido hoje.
Universal.org: Como é o Renato e a Cristiane longe disso tudo? O casal, parceiro, amigo e pais também?
Cristiane: (risos) Somos um casal normal, como qualquer outro. Acho até que expomos muita coisa um do outro, mas, no geral, levamos uma vida corrida. Ainda temos que relevar muitas coisas de nós mesmos, mas fazemos isso há tanto tempo que não é mais nenhum sacrifício como era antes, até porque nos acostumamos com as diferenças. A nossa vida é essa: programa, rádio, Igreja, enfim, uma vida comum. Mas, é claro que reservamos um tempinho para nós e, ao menos um dia da semana, saímos ou assistimos a um filme. Esse tempo longe de tudo é muito importante.
Renato: Mesmo quando não estamos na tevê ou trabalhando, a nossa conversa é sempre essa. Temos, inclusive, vários projetos que ocupam o nosso tempo, o que nos deixa muito felizes, afinal, nos permite aprofundar no assunto, tratar de casos diferentes. Muitas vezes, quando acontecem situações entre nós e são resolvidas, logo pensamos: isso pode servir para alguém, vamos passar essa técnica para outras pessoas. Ou seja, estamos sempre com a antena ligada.
Universal.org: Vocês falam muito sobre a importância do diálogo entre o casal, o colocar para fora o que se sente, a angústia, os medos, as raivas. O diálogo é tudo num relacionamento?
Renato: Sem dúvida, o diálogo é a manutenção de um relacionamento. Assim como se necessita ir ao médico com uma certa frequência para fazer um check-up ou levar o carro para a revisão, o casamento também precisa de uma manutenção. E o diálogo é exatamente para isso, do contrário, as coisas vão se acumulando, sem resolver, e quando a pessoa se dá conta, tem um problema sério. Por isso, bom é estar sempre reavaliando e fazendo essa manutenção.
Universal.org: Para vocês, qual o inimigo “número 1” de um casal?
RenatoOs erros mais comuns são derivados do uso da emoção. O ser humano, de uma forma geral, age muito pelo impulso. Somos muito inteligentes, mas na hora da dor tendemos a reagir de acordo com o que estamos sentindo, ou seja, raiva, vontade de dar o troco, com tristeza, enfim, tudo proveniente de uma emoção. Os casais, em sua grande maioria, agem baseados no que estão sentindo, gerando assim vários outros problemas, como brigas, ciúmes, traições. A meu ver, o maior problema hoje é a pessoa não se conhecer emocionalmente e não saber lidar com as emoções do outro.
Cristiane: O egoísmo é um grande problema. O fato de a pessoa pensar muito nela não a deixa se colocar no lugar da outra. Ela não consegue pensar: “Poxa, ele está chateado, por isso brigou comigo. Bom, eu vou relevar!” As pessoas não conseguem fazer isso hoje. No passado, fazia-se muito mais, elas tinham a consciência de que se casavam para viver o resto da vida ao lado daquela pessoa. As mulheres, principalmente, relevavam muito mais. Hoje, pelo fato de estarem tão liberais, cheias de direitos, um quer, outro não, ninguém releva, ninguém sacrifica, ninguém dá um passo atrás, está todo mundo querendo competir. Alguém tem de relevar, do contrário, fica difícil um casamento dar certo.
Universal.org.: Cristiane, você postou, recentemente, um texto em seu blog pessoal que diz o seguinte: “Através de uma boa comunicação a mulher traz paz ao seu lar. Ela pode ser uma ótima dona de casa, mas se não puder se expressar, não conseguirá ser também uma ótima esposa e mãe... e o marido inteligente ouve a sua esposa...” A qual comunicação você se refere?
Cristiane: A boa comunicação que eu quis dizer aí é a racional, e não a emotiva. O que normalmente acontece é aquela comunicação da esposa que, quando o marido chega em casa, ela descarrega todos os seus problemas nele e lembra de coisas que aconteceram. Enfim, essa comunicação é errada e não traz paz. Uma boa comunicação, por exemplo, é daquela mulher que, quando vê o marido quieto, chateado, não insiste numa conversa. A maneira de ela agir vai trazer paz ao lar, e eles não vão brigar, e, no momento certo, o marido vai desestressar. A mulher tem o dom de trazer essa paz, e a mulher sábia conhece o esposo, ela sabe a hora certa de falar, ela não traz problemas e nem os cria. Ela é muito importante na família, porque traz harmonia, enfim, se ela estiver bem, todos também ficarão. É importante, também, que o homem mantenha esse bom humor na mulher. Como? Dando-lhe atenção, ouvindo, compartilhando.
Universal.org: “120 minutos para blindar seu casamento” (foto) é o novo livro de vocês. Como é possível blindar um casamento em tão pouco tempo?
Renato: Sim, 2 horas (risos). Na verdade, as pessoas estão muito ocupadas, e para você achar alguém que lhe dê 1 hora, ou para tirar essa hora para si, está bem difícil, que dirá para fazer o nosso curso, que são vários dias, ou mesmo para ler o livro “Casamento Blindado”, que é mais denso e longo. Ou seja, nem todo mundo consegue. Foi aí que tivemos a ideia de fazer o quadro “1 minuto do casamento”, que vai ao ar pela Rede Record, de segunda a sexta-feira. São dicas que a pessoa recebe e, sem que ela perceba ou gaste tempo, vai registrando e repetindo no seu dia a dia. Como tem ajudado muita gente, por que não reunir essas dicas em livro? Porque nem todo mundo está assistindo a tevê naquele momento, não é mesmo? Foi o que fizemos: reunimos essas dicas em livro; você poderá abrir em qualquer página e terá ali uma dica preciosa para aplicar no seu casamento.
Universal.org: Que mensagem vocês gostariam de deixar aos nossos leitores?
Cristiane: O nosso maior segredo é a nossa fé prática em Deus, Não fosse a nossa fé, não conseguiríamos fazer o que fazemos, não seríamos felizes, tampouco teríamos essas inspirações dando tão certo. Tudo vem de Deus, e todo crédito é dado a Ele. Assim como nós O servimos, Ele nos honra. Quando você tem essa fé viva em Deus, você pode ser feliz.
Renato: Não queremos ser a voz que clama no deserto. Precisamos de pessoas que acreditem nessa mensagem do amor inteligente e abracem essa causa, evangelizem outras pessoas, casais e solteiros, pais, filhos, os amigos na escola. Não queremos divulgar a mim, à Cristiane, mas a mensagem que passamos para que, então, aconteça uma mudança da sociedade a qual nos referimos na entrevista.

29/01/2014

CASAMENTO POBRE É CASAMENTO...


14

…na rotina.
…onde falta amor.
…onde falta respeito.
…sem perspectiva de futuro.
…os dois não são um.
…vulnerável aos ataques.
…cheio de brigas.
…sem prazer.
…onde falta sexo.
…sem alegria.
…onde um não tem tempo para o outro.
…onde sobra mentira e falta verdade.
…onde falta Deus.

Invista no seu casamento ou ele ficará pobre. E casamento pobre também lhe empobrecerá como pessoa.
Para investir no seu casamento, entre outras coisas:
  • Priorize-o
  • Faça tempo para seu parceiro
  • Reeduque-se sentimentalmente
  • Melhore como pessoa
  • Ouça seu parceiro
  • Conheça o Autor do Amor
  • Melhore suas habilidades de comunicação
  • Faça o que é certo sem esperar sentir
Investimento envolve sacrifício, dar algo adiantado na confiança de que terá um retorno mais tarde. Não espere por seu parceiro. Comece você.
Se você parar de investir, seu casamento empobrecerá.
Eu, particularmente, odeio pobreza. Não sei você.

21/01/2014

QUEM AMA TRAI? A RESPOSTA VAI LHE SURPREENDER



O casal entrou em nossa sala de atendimento. O marido trazia no rosto a imagem da vergonha, do fracasso e da derrota. Tinha dificuldade até de erguer a cabeça. Ombros caídos, se sentou diante de nós, sua esposa ao lado. Ela, claramente tinha chorado muito nos últimos dias. Mas foi ele quem explicou a razão da visita:
— Eu traí minha esposa. Eu amo minha mulher, mas eu acabei me envolvendo com essa outra no meu trabalho. Estamos aqui porque queremos ajuda para recomeçar.
Amo minha esposa, mas a traí com outra. Talvez você perceba alguma incongruência nessa frase. Como pode alguém trair a quem ama?
O grande mito em que muitos maridos e esposas caem é: “Se você ama seu cônjuge, você não se sentirá atraído por nenhuma outra pessoa.”
No mundo da fantasia esse mito é verdade. No mundo real, a coisa é diferente. O ser humano é falho. A carne é fraca. Os olhos veem e cobiçam. A imaginação vai longe. O coração pede.
Some-se a isso todo o bombardeio social e cultural promovendo incessantemente a infidelidade, o sexo indiscriminado, a mulher objeto, a imagem do homem pegador. Acrescente um pouquinho de pornografia e boas doses de falta de atenção no casamento. De repente, aquela frase não parece mais tão incongruente assim.
Vamos então à verdade. Aperte os cintos.
Saiba, marido ou esposa, que você é humano. É falho, é inclinado ao erro, é tentado pelo proibido, e dada as circunstâncias apropriadas, você provavelmente vai trair seu cônjuge. E na hora H, quando você já estiver fisgado pelos seus sentimentos e pela adrenalina, seu “amor” não impedirá a traição.
Estamos todos condenados a trair, então?
Não. É aí que você deve aprender o que o verdadeiro amor faz nessas situações:
Quem ama foge do mal e não confia na própria força.
Se eu amo minha esposa, no momento em que meus olhos se atraírem por outra mulher, eu fugirei dela. Não mais ficarei olhando nem buscando ocasião para estar perto dela. Não me enganarei achando que sou forte o suficiente, que posso me aproximar dela e brincar um pouquinho porque no final eu saberei parar. Eu sou humano. Posso cair como qualquer homem. Por isso, fujo do mal.
Se você mulher ama seu marido, você não ficará alimentando fantasias em sua cabeça com conversas inapropriadas com outro homem — seja no trabalho, na Internet, ou mesmo na sua memória, lembrando de alguém do seu passado.
Se você vai ter olhos para alguém, que sejam para seu cônjuge. Se você vai ter uma aventura de amor, que seja com seu marido ou esposa. Fortaleça a relação de vocês. Voltem-se um para o outro.
Amar é fazer a coisa certa. É fugir do mal e não confiar na própria força. Se o seu amor praticar isso, você nunca usará a palavra “trair” na mesma frase.

16/01/2014

PAIXÃO: ARMADILHA DEMONÍACA

Esse tipo de sentimento é o que leva as pessoas a nutrirem ciúmes doentios, assim como também a infidelidade conjugal

Quando o amor entre duas pessoas é repleto de ciúmes e cheio de preocupações em ser amado por quem ama, então este amor está em mão dupla, sendo dirigido num sentido e aguardando ansiosamente a volta. Então este amor não é proveniente de Deus, é humano, carnal e egoísta.
Na realidade, ele é apenas mais uma expressão fervorosa de egocentrismo, tal qual uma paixão desenfreada. Este tipo de sentimento é o que leva as pessoas a nutrirem ciúmes doentios, assim como também a infidelidade conjugal, haja vista que, agindo dessa forma, ambos se decepcionam, porque a base deste amor é puramente egoísta. Cedo, cedo, após terem satisfeito os desejos da carne, eles começam a descobrir os defeitos do parceiro e o final do "amor" logo surge.
Quando o Espírito Santo nos adverte para que venhamos a contrair matrimônio com alguém da mesma fé, é exatamente com o intuito de impedir que sejamos levados pela ventania de amor impróprio, irreal e irregular que tanto impera neste mundo diabólico. O diabo sabe muito bem usar as pessoas ignorantes de Deus, que se afogam no mar das paixões carnais e febris, razão pela qual este mundo se encontra num caos total, onde o puro amor está cada vez mais escasso e frio, conforme o Senhor Jesus profetizou.
O verdadeiro cristão tem que ter absoluto cuidado, para não se deixar levar pelas armadilhas demoníacas, pois se os seus sentimentos caem nos tufões deste mundo, é possível que até a fé cristã venha desfalecer também. E não são poucas as pessoas que perderam até o cuidado com a fé devido às decepções amorosas.
Depois ainda têm a petulância de dizer que Deus não as protegeu. Na realidade, quando elas deveriam observar a Palavra de Deus, deram aquele “jeitinho” de contorná-la, dizendo que o parceiro ou a parceira acabaria por se converter. Um dia, porém, elas é que se desconverteram, devido à assistência total das trevas em suas vidas. O Senhor afirma com absoluta clareza, para que ninguém tenha qualquer dúvida, quando diz:
"Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?" 2 Coríntios 6.14-15
O amor que devemos nutrir por aquele que é cético deve ter um sentido exclusivamente espiritual, ou seja, o desejo sincero de fazê-lo encontrar-se consigo mesmo e, acima de tudo, com Deus, na Pessoa do Seu Filho Jesus Cristo, como Salvador pessoal.

15/01/2014

COMO TERMINAR UM AFFAIR ANTES DELE TERMINAR COM VOCÊ


Você não está muito bem no seu casamento. A rotina entrou na vida de vocês e não dá sinal de que vai sair tão cedo. O sexo, quando acontece, parece aquele sentimento que você tem quando paga seus impostos: ressentimento por não poder escapar de uma situação desagradável. A cada dia que passa você se pergunta: Será que ainda amo essa pessoa?

Enquanto isso, no trabalho, você vê aquela que lhe faz viajar na imaginação. Tudo o que você não vê na sua esposa ou marido está nela. Você se sente jovem, vivo novamente. Vocês trocam olhares e sorrisos. Aquela pessoa elogia seus talentos, sua inteligência, e ocasionalmente, até aquela roupa que você vestiu de manhã pensando nela.

Você já começou um affair e sabe disso. Se ainda não é um affair físico, com certeza é um emocional. E agora você vive entre o aquele sentimento de aventura e o sentimento de obrigação para com seu casamento.
Congele a imagem. Pare a música melodramática. Pare tudo. Vamos entender o que está acontecendo, friamente. Resumindo em quatro palavras:
Amor morre por desnutrição.
Se você deixar de alimentar o seu amor por sua esposa ou marido, ele morrerá. Se você alimentar seus sentimentos pela outra pessoa, eles se fortalecerão. Então é você quem decide, na verdade. Sua cabeça é quem manda no seu coração. Mas se ela não mandar nele, ele vai mandar nela e levá-la a fazer um monte de besteira.
Nesse monte estão incluídos muito choro do parceiro, seu e das crianças; muito prejuízo financeiro em um possível divórcio; muita vergonha dos seus familiares e conhecidos; anos jogados fora; mágoas inesquecíveis muito difíceis de perdoar (inclusive o desafio de se perdoar)… e muitas outras consequências. E quando você acordar para a realidade, se aquela outra pessoa realmente ficar com você, verá que ela é tão imperfeita quanto seu parceiro atual.
O que fazer então para não cair nessa besteira?
Mate seus sentimentos adúlteros por desnutrição. Remova todo e qualquer contato e oportunidade de lembrança da outra pessoa. Conversas, fotos, Facebook, telefone, presentes… Pare de viajar no túnel do tempo e visitar as memórias de coisas que rolaram entre vocês.
Saia desse emprego, se possível, ou pelo menos peça para ser mudado de seção. Se você matar esses sentimentos de fome, e fizer isso constantemente, eles desaparecerão.
Ao mesmo tempo, você tem que se esforçar para se voltar para sua esposa ou marido, como no início do relacionamento. Preste mais atenção nela, se interesse por ela, procure saber o que se passa com ela. Isso fará reacender a chama do amor.
O amor nasce e sobrevive por nutrição.
Finalmente, entenda que há um fator espiritual nisso tudo. Traição, separação, divórcio, famílias destruídas, mágoas, promessas quebradas… tudo isso está por trás de muitos males em nossa vida e sociedade. Se você quer estar mais perto das coisas boas, de Deus, você tem que fazer o certo e não o errado. Portanto, acima de tudo, fortaleça-se em Deus para resistir a essas fraquezas humanas.

10/01/2014

ANGELINA JOLIE SOFRENDO DO "MAL DE JENNIFER"


Complicações de vida de celebridade à parte, a questão é pertinente a todos os casais:
É válido proibir seu cônjuge de ter contato com certas pessoas do sexo oposto? angelina-jolie-brad-pitt
Uma rápida conclusão nos diz que se Jennifer Aniston sofresse de “Mal de Angelina” antes de Brad Pitt ter ido trabalhar com a atual mulher, talvez os dois ainda estivessem casados hoje. Talvez.
A verdade irrefutável é que o índice de traições e consequentes divórcios explodiram quando as mulheres deixaram de ser simplesmente donas-de-casa e ocuparam seu espaço no local de trabalho junto com os homens. Quem já não conheceu alguém que teve um infame “caso com a secretária”? Desde Bill Clinton até pastores evangélicos, affairs no local de trabalho é o tipo de traição mais comum e já destruiu muitos casamentos.
Não é difícil entender.
O homem deixa sua mulher em casa e vai trabalhar. No lar, ele vê a esposa com todos os seus defeitos: em dias de cabelo ruim, com aquela camiseta e os chinelos que ela usa quando limpa a casa, e no ápice de sua glória quando ela está de TPM. Já no trabalho, ele encontra mulheres que estão sempre bem vestidas, maquiadas, perfumadas e em seu melhor comportamento (é claro que esquece que elas também têm TPM e provavelmente muitos outros quesitos não tão louváveis quando estão em casa). Eles passam oito horas por dia no mesmo ambiente — mais tempo acordado do que ele passa com a esposa. Conversam apenas sobre assuntos agradáveis, nunca aquela conversa chata de marido e mulher quando estão discutindo as despesas.
É de surpreender que um sentimento e uma atração comecem a se desenvolver um pelo outro?
É claro que nem todo homem trai a mulher nessas circunstâncias, e vice-versa. Mas é inegável que a tentação e a oportunidade estão lá.
Então, voltando à nossa pergunta, é válido proibir seu cônjuge de ter contato com certas pessoas do sexo oposto?
Sou da opinião que vale tudo para blindar seu casamento. Se você percebe um risco, a prudência manda prevenir. E essa prevenção pode sim incluir ter de cortar certas amizades ou no mínimo reduzir o contato. Se necessário for, até mudar de emprego, sim — pois é mais fácil arrumar outro emprego do que ter de lidar com uma traição e um possível divórcio.
Você não deve confiar tanto em si mesmo ao ponto de achar que não vai cair em tentação. Seja honesto. Se você sente uma atração por outra mulher ou homem, e vocês costumam ter contato, isso é fadado a não acabar bem. É melhor prevenir. Não arrisque. Você sabe se a desconfiança e ciúme de sua esposa ou marido são bem fundados. Reconheça.
Agora é claro que isso não quer dizer que o cônjuge que sofre de ciúme doentio está certo em querer controlar o parceiro sem justa causa. A insegurança pode gerar ciúme infundado e fazer a pessoa imaginar o que não existe. Nesse caso, a pessoa tem que buscar ajuda para vencer o excesso de ciúme e se limitar apenas ao ciúme saudável, que é o zelo normal pelo relacionamento.

02/01/2014

ATITUDES QUE PREJUDICAM O RELACIONAMENTO

Não importa se você já é ou não casado

Poucas coisas são tão importantes quanto a forma como você recebe alguém. Entrar em uma loja, por exemplo, e se deparar com um atendente mal vestido, sem vontade de trabalhar ou pouco interessado no que você tem a dizer afasta qualquer possibilidade nos negócios.
O que pouca gente percebe é que dentro de casa, junto às pessoas que mais amamos, muitas vezes nos deixamos ter a personalidade do mau atendente. Quantas vezes seu parceiro lhe procurou e, mesmo inconscientemente, você o repeliu? Respostas curtas, desinteresse, falta de paciência... Tudo isso é capaz de atrapalhar um bom relacionamento.
O conselheiro matrimonial bispo Renato Cardoso explica, em seu blog, que para um relacionamento ser bem-sucedido é necessário ter paciência e tolerância com o outro, esforçar-se para agradar o parceiro e sempre agir com a razão sobre a emoção momentânea.
Já reparou que quando você é bem atendido em uma loja, com sorrisos e cuidados, quando o recepcionista realmente lhe trata com respeito e atenção, a tendência é que você compre o que queria e até mais do que esperava comprar?
Assim também é no relacionamento. A simpatia faz com que o outro se sinta mais importante, cria um forte laço de fidelidade e confiança.
Lembre-se sempre: um lindo sorriso supera qualquer mau humor.
Solteiro sim, repelente nunca
Suponhamos que você tem marcada uma entrevista de emprego. Veste-se bem, arruma os cabelos e se esforça para agradar. Conforme a hora da entrevista se aproxima, porém, aquele frio no estômago vai aumentando e passando a tomar conta de você. Lembra-se do quão importante é conseguir aquele emprego e pensa em tudo o que poderá perder se não for contratado.
Impulsionado pelo medo, você se perde no nervosismo. Começa a ter dificuldade de pensar, vem aquele branco na mente e as palavras que saem da sua boca lhe parecem cada vez mais impróprias.
Quem está do outro lado não sabe como você se sente. Pode fazer ideia do nervosismo, mas é incapaz de distinguir entre o que é causado pela ansiedade e quem você realmente é. Assim, você repele as chances de conseguir o emprego e perde a oportunidade.
Como poderia, portanto, uma pessoa se aproximar da outra sentimentalmente se estivesse tão nervosa, tentando fingir ser algo além do que é e deixando o frio na barriga tomar conta de si?
A preocupação excessiva só existe em você, e se você conseguir controlá-la, mostrará ao outro quem realmente é.
Saiba como construir um relacionamento forte e saudável nas reuniões da Terapia do Amor,

18/12/2013

LIDANDO COM PESSOAS PRECONCEITUOSAS



Se você já lidou com uma pessoa preconceituosa, sabe que não adianta argumentar com ela. Ela já formou a opinião própria, ainda que de maneira falha e estúpida. Afinal, preconceito é filho da ignorância.

Todos nós já fomos preconceituosos, pois já fomos ignorantes. Mais tarde, o conhecimento abriu nossa mente e então vimos que estávamos equivocados. Provavelmente ainda somos preconceituosos com respeito a coisas que achamos que sabemos mas na verdade ainda não investigamos com cuidado.
Se você se vê preconceituoso para com alguém ou alguma coisa, procure realmente conhecer a pessoa ou assunto. Informe-se. Pese os fatos. Permita-se o benefício da dúvida. Ouça opiniões equilibradas de pessoas não preconceituosas a respeito do que você está tentando conhecer melhor. Livre-se de suas opiniões preconcebidas, reúna os fatos, e decida segundo o que lhe parece mais correto e honesto. Não tenha medo de reconhecer que talvez estava errado.
Se você lida com uma pessoa preconceituosa e quer saber como influenciá-la, minha primeira sugestão é que você desista da ideia — pelo menos se você vê que a pessoa está tão agarrada aos seus preconceitos que não tem interesse nenhum de ouvir algo diferente. É perda de tempo. Mas na improvável chance de que ela queira se informar melhor, então resuma-se em lhe apresentar informações sobre o assunto. Mesmo assim, a decisão de absorver aquela informação será dela. Não se culpe se ela escolheu manter o preconceito.  Há gente que se agarra a eles como Bruce Willis na porta de uma carreta voadora em Difícil de Matar.

16/12/2013

ELE(A) MUDA FÁCILMENTE DE HUMOR

Se uma pessoa muda constantemente, deve buscar ajuda


Em um dia, demonstração de carinho, sorrisos e palavras doces. No outro, semblante fechado, rispidez e agressividade nas palavras. É natural que todas as pessoas passem por situações difíceis e isso influencie no humor, afinal, quem nunca ficou bravo com alguma coisa ou com alguém? Mas o temperamento forte não pode se tornar um hábito, que muitas vezes incomoda, principalmente, o companheiro.
Pessoas educadas e atenciosas que explodem de uma hora para outra podem se tornar rudes e até insuportáveis. Na maioria das vezes, esse comportamento, de fazer “cara feia” para tudo, é caracterizado por complexos interiores, como ciúmes. As pessoas acham que agindo assim estão se protegendo. “Se a pessoa é dócil e, de uma hora para outra, começa a mudar, a brigar, ela tem que buscar ajuda”, sugere o apresentador do programa “The Love School – A Escola do Amor” (www.tvuniversal.org), bispo Emerson Carlos.
Segundo ele, esse comportamento também pode ser reflexo das atitudes do outro, pelo medo de sentir diminuído diante de uma situação, o que se transforma em insegurança. “Procure ouvir mais e se preocupe com os interesses do parceiro. Não fiquei criticando, isso não ajuda em nada. Aprenda a respeitar e a valorizar a pessoa amada, mesmo quando não estiver satisfeito”, alerta.
Além disso, para evitar qualquer tipo de alteração no humor, pequenas mudanças nos hábitos podem garantir um dia mais rentável. Durma de 7 a 9 horas; faça exercícios físicos; se alimente bem e de maneira saudável; e tenha prazer no que está executando, seja no âmbito pessoal ou profissional.
Mudava de humor quando era contrariada
“Eu alterava meu comportamento em um piscar de olhos. Uma hora estava bem, outra não. Um calçado no lugar errado era motivo para eu brigar com meu marido, que era quem sofria mais com esse meu jeito volúvel”, comenta a autônoma Vanusa Alves.
Segundo o esposo de Vanusa, Anderson Alves, ela tinha um temperamento tão inconstante que havia situações em que queria impedi-lo até de sair de casa sozinho. E quando eles iam passear juntos, ela mudava do nada. “Às vezes estávamos caminhando e, sem motivo, ela começava a beliscar minha mão, reclamar, cruzar os braços ou brigar”, conta ele.
Vanusa percebeu que o humor dela mudava quando o esposonão concordava com algo que a agradava, e também quando ele bebia,  isso a deixava transformada. “Essa minha natureza causava muitas brigas, levando quase a agressões físicas”, lembra.
Mas, antes que algo de pior acontecesse e a relação fosse destruída, o casal buscou a presença do Senhor Jesus e a vida dos dois foi mudada por completo. Hoje, eles têm uma família bem estruturada e são felizes.  
Saiba o que fazer para evitar as crises
Melhore a sua vida sentimental também. Todas as quintas-feiras, na IURD, acontece a Terapia do Amor. Durante os encontros, os palestrantes explicam, entre outros assuntos, que para ser feliz é necessário que algumas regras sejam estabelecidas dentro do relacionamento. Se você é solteiro, casado ou separado poderá encontrar nessas reuniões a direção ideal.

03/12/2013

AGRESSIVIDADE NO RELACIONAMENTO

Você vive isso no seu? Saiba como acabar com o problema


Apresentável, rico, elegante, simpático e bem-sucedido. Em meio a tantas qualidades, é possível que muitas mulheres queiram se relacionar com um homem visivelmente sem defeitos – aquele que poderia se ajustar aos padrões apropriados para constituir uma família. Porém, imagine se entre tantas características positivas, essa pessoa for agressiva no relacionamento a dois. Neste caso, a relação valeria realmente a pena? Independentemente da situação, não se deixe levar pela aparência, pois ela engana.
“Agressão não é apenas a forma verbal ou física de ofender uma pessoa. Às vezes, a pior maneira de agredir alguém é ficando em silêncio ou 'dando um gelo'. Sendo assim, quando o companheiro percebe que obteve um resultado positivo em cima do outro, inconscientemente aprende que a melhor forma que tem para conseguir algo do seu parceiro é agredindo-o de alguma maneira”, explica o apresentador do programa "The Love School - A Escola do Amor" (*), bispo Renato Cardoso.
Ele alerta também que tanto o homem que agride a mulher quanto a esposa que é nervosa com o marido estão demonstrando, talvez sem querer, uma grande insegurança: “Se eu preciso agredir a pessoa amada para expor meu ponto de vista, que tipo de pessoa eu sou? A Bíblia diz que o homem é humano e pode irar-se, mas quando você tem raiva e não sabe utilizá-la para resolver um problema, você vira vítima dela e acaba destruindo a sua vida.”
Toda agressividade tem um motivo. Descubra qual é a causa responsável pelo seu problema, se é ciúmes ou insegurança, e entenda o motivo de você ser assim com o seu companheiro. “Quando o espírito está fraco, qualquer emoção é forte. A pessoa tem que perceber que precisa de ajuda”, ressalta o bispo. Segundo ele, ser homem não é bater na mulher, e sim saber o momento de usar a cabeça, ser inteligente e buscar ajuda.
“Você que é casado tem que investir tempo no seu relacionamento e maneiras de aprender a conviver melhor e, principalmente, sem crises. Organize as coisas para que passem  mais tempo juntos. O importante é que um aprenda com o outro. Se ela gosta que você a avise dos compromissos, não custa nada informar aonde vai e a que horas pretende retornar.”
Ele mudou por mim
A assessora de imprensa Denise Bonetti conta como se livrou da agressividade do marido: “No início do namoro, ele era muito calmo, atencioso e dedicado ao relacionamento. Depois do casamento fui conhecendo outro companheiro. Ele era mal-educado e me tratava mal na frente das pessoas. Quando brigávamos, ele me ignorava, mas nunca chegou ao ponto de me bater, porque eu cortei isso antes.”
Segundo Denise, houve um dia em que ela conversou seriamente com ele, foi franca e apontou o que poderia melhorar. “Expliquei que ele não precisaria mudar os hábitos, mas sim a maneira como conduzia cada situação. Falei que eu sempre fui a favor do casamento, mas ele estava me deixando triste com cada atitude. As palavras foram ouvidas com atenção e meu esposo tem feito o melhor que pode. Só em vê-lo se esforçar já fico contente. A agressividade não existe mais em meu relacionamento.”